Lançamentos de livros



PARA QUE POETAS EM TEMPOS DE TERRORISMOS?, de Alberto Pucheu.

Sessão de autógrafos: TERÇA (06/06/2017) - 20:30



“...os poemas de Pucheu seguem se aproximando daquilo que parece exceder a linguagem escrita, parecem se aproximar de uma interjeição dada à escrita em que restam indeterminações. O que lemos nessa obra é justamente uma oficina do contemporâneo, como não poderia deixar de ser. Oficina diante das impotências todas, da impotência em obrigar-se a pôr por título um Para que poetas em tempo de terrorismos?... E esse título é também uma espécie de epígrafe renovada dentro da história da poesia. A sentença de Hölderlin, Para que poetas em tempo de pobreza?, serviu de epígrafe ao Rei menos o reino, que abria a obra de Augusto de Campos. Agora tomado em um sentido outro: trata-se mais de uma Penúria, aquela que faz par com Poros a gerar o Amor no mito grego, aquela que é uma das causas da aporia. Nossa penúria democrática é sentida no corpo. Um corpo de outros sob o corpo do mesmo. [...] Esse é um livro para se ler de novo e de novo numa espécie de obsessão por tudo o que ocorre no cotidiano. Obsessão para não esquecer uma arte de “não dizer nada” e ter recebido o peso da palavra dita quando ela se aproxima do acontecimento impossível. O que resta? O risco de dizer um resto, uma cinza. Essa é a demanda de Pucheu.” Piero Eyben




ENTRE CACOS, DESAPEGO-ME, de Fernanda Ebling.

Sessão de autógrafos: TERÇA (06/06/2017) - 20:30




O livro de poemas Entre cacos, desapego-me é o segundo lançado pela autora Fernanda Ebling. Resultado de uma compilação de poemas e microcontos, a obra possui 52 poemas, e 8 ilustrações, divididos em duas seções: Entre cacos e Desapego-me. A primeira parte, por exemplo, é a junção de poemas dilacerados em prosa e poesia, recolhidos, cuidadosamente, de cadernos rabiscados e desabafos nas timelines da vida, tendo como foco o perder-se de si em si; a segunda parte é como um tocar de brisa na face do leitor, trazendo a habilidade de se despegar-se até de si mesmo e seguir leve, sem medos. As ilustrações em aquarela, elaboradas pela Artista Plástica Juliana Tonin, foram trabalhadas minuciosamente, fazendo que a desenhista mergulhasse sensorialmente nos poemas, fazendo com que a imagem pudesse por si só ser um poema visual. Por fim, de acordo com o Professor Doutor em Literatura Comparada Neurivaldo Campos Pedroso Junior, “[...] os textos [...] reunidos parecem interpelar quem os lê, transformando o leitor, até certo ponto, em seu interlocutor, num tom que beira o confessional. Contudo, mesmo no que é dito confidencialmente, Fernanda Ebling não se entrega por completo. Seus textos intimistas e pungentes parecem compostos não por linhas cheias de palavras, mas por entrelinhas repletas de sentidos”.




GEOGRAFIA E SUAS LINGUAGENS: A CONSTRUÇÃO DE NOVAS LEITURAS SOBRE O ESPAÇO REGIONAL SUL-MATO-GROSSENSE, organizado por Ana Paula Camilo Pereira, Patrícia Alves Carvalho e Sandra Cristina de Souza.

Sessão de autógrafos: TERÇA (06/06/2017) - 20:30




Este livro Geografia e suas linguagens: a construção de novas leituras sobre o espaço regional sul-mato-grossense revela um conjunto de temas referentes as mais diversas compreensões e abordagens sobre o espaço regional de Mato Grosso do Sul. O objetivo é retratar numa perspectiva interdisciplinar a construção de diferentes leituras desse espaço regional, considerando as diversas formações acadêmicas dos autores e suas propostas de compreensão. Desse modo, os capítulos desenvolvidos buscam integrar-se mediante uma constelação de temas que em si revelam nuances díspares, mas expressas a partir de um ponto em comum: o espaço regional sul-mato-grossense e suas múltiplas dinâmicas. Esta obra é resultado do apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect), que, a partir de um projeto de pesquisa, financiou sua execução. Os capítulos desta obra se inscrevem numa perspectiva múltipla de compreensão dado o fato da diversidade de temáticas, que não se constitui única e definitiva, mas como um convite ao debate. Com isso, a pretensão desta obra é possibilitar a construção de novas leituras e interpretações sobre o espaço regional, como o próprio título da obra define.

















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